Exposição Carros Antigos em Paulinia – 07/Set/17

Atenção Sócios: Para quem não for viajar e estiver disposto a expor o seu carro antigo com mais de 30 anos, amanha dia 07/09/17 em Paulinia. Será a Av José Paulino próximo aos bombeiros. Os carros antigos ficarão estacionados no local, durante o desfile de 7 de setembro. Realização da Secretaria de Turismo de Paulinia (Hebinho). A partir das 08h00

Atenção: Esclarecimento Sobre a Doação de Alimentos nos Encontros do V8&Cia

Esta mensagem é endereçada aos sócios, amigos, frequentadores e participantes do encontros mensais do V8&cia, que são realizados mensalmente todos os ultimos domingos nos pátios do Paulinia Shopping, na cidade de Paulinia. A prefeitura de Paulinia, entidade detentora do local, começou a exigir, em troca do espaço destinado aos veiculos antigos, que sejam doados 2 kg (dois quilos) de alimentos por veiculos que comparecerem ao evento. Esses alimentos posteriormente serão entregues a entidades assistenciais da cidade. Caso o expositor não entregue o alimento na portaria, o V8&Cia será responsavel por fornecer o alimento e repassar a prefeitura, gerando uma despesa a mais para o caixa do clube. Por isso solicitamos que cada expositor, sendo sócio ou não, que sempre leve e entregue os 2 kg de alimentos na entrada do evento para que possamos manter as atividades mensais do Clube.
alimentos
Ary Nascimento – Diretor de Divulgação

Entrega de Alimentos Arrecadados nos Encontros Mensais

No dia 02/06/17 a Diretoria do V8&Cia, representada pelo Diretor Internacional Daniel Costa, fez a entrega de alimentos diretamente a secretaria de Industria e Comercio da cidade de Paulinia. Foram entregues pelo clube mais de 1 tonelada de alimentos não pereciveis. Esses alimentos foram arrecadados na portaria do Paulinia Shopping, são doações dos expositores todo ultimo domingo do mês. Representou a prefeitura de Paulinia a assistente social Carmem.

alimentos

alimentos3

alimentos4

alimentos5

alimentos2

V8&Cia – Ary Nascimento – Diretor de Divulgação

Museu Eduardo Matarazzo

Exmo. Sr. Prefeito da Cidade de Bebedouro
Exmos. Vereadores da Cidade de Bebedouro
Cidadãos Bebedourenses

Nesta data, 15 de Dezembro de 2016, é com tristeza, porém, com plena consciência de missão cumprida, que o Museu Eduardo Matarazzo comunica, reabrirá, no dia 17 de dezembro, suas portas, após 3 meses de reforma, entretanto, encerrará definitivamente, suas atividades no dia 22 de Janeiro de 2017.
São quase 49 anos de história, luta e dedicação para com a cidade de Bebedouro, que se encerram por não termos mais recursos financeiros para continuar mantendo a instituiçãoem funcionamento.
É de grande importância citar que esta decisão não é política, muito menos tem o objetivo de criticar a gestão atual. Fechamos por não termos mais como arcar financeiramente com o Museu.
Nossa situação atual e os dados que vamos enumerar abaixo, são o resultado de uma longa jornada que envolve as Prefeituras anteriores, a população e a imprensa que nunca deram o valor real que o Museu merece.
O Museu chegou aqui porque seu fundador, Eduardo Matarazzo e sua esposa, Eneida Matarazzo, decidiram expor, publicamente, sua coleção particular com o intuito de trazer crescimento e notoriedade a Cidade de Bebedouro.
Um gesto nobre e de desapego, tendo em vista que, em nosso país, existem diversas coleções privadas, porém, seus proprietários se recusam a abri–lasao publico por saberem o quão pouco a cultura é valorizada no Brasil.
A contra-partidaoferecida peloMunicípio para receber a coleção foi se comprometer a construir um prédio para abrigar as peças.
Nasce, assim, em 1968, a parceria do Museu de Armas Veículos e Maquinas, Eduardo Andre Matarazzo com a Cidade de Bebedouro.
O Museu se tornou conhecido internacionalmente e nacionalmente. Levou o nome de Bebedouro a inúmeras emissoras de televisão, matérias em revistas, jornais, sites, enfim, mídia em geral. Portanto, atingi o objetivo que seu fundador, Eduardo,tinha ao colocá-lo na cidade.
No início, ambas as partes cumpriam o acordado: o acervo era cuidado pelo proprietário e a cidade cuidava e mantinha o prédio. Porém, com o passar dos anos o prédio, em que o Museu estava instalado, foi se deteriorando e o Município passou a alegar que não possuía recursos para fazer todos os reparos necessários. Desta maneira, começando a descumprir o acordo que possibilitou a vinda do acervo para Bebedouro.
O estado de conservação do prédio passou a afetar o acervo, danificando-o lentamente, mas mesmo assim o Museu foi mantido na cidade, e Eduardo sustentava a palavra dada em 1968. Continuou restaurando e mantendo as peças, expondo cada vez mais carros, aviões, etc. Isto tudo sem jamais receber um centavo sequer,público ou privado.
Em 1984, o Museu sofreu uma terrível enchente decorrente da falta de escoação adequada das aguas que saem do lago da cidade.
As aguas entraram nos pavilhões inundando todas as peças, impregnando estofamentos dos carros, destruindo seus painéis e sua pintura, enchendo de lama todas as peças que compõe seus motores.
O Museu foi notícia nacional, muita consternação, porém, não foi oferecida uma ajuda na recuperação dos carros ou um centavo para fazê-lo. Nenhuma mobilização da população, comercio ou imprensa para ajudar na sua recuperação, nenhuma medida emergencial da Prefeitura daquela época também.
Eduardo, embora desolado, não desistiu, começou todo o trabalho de restauro e o Museu continuou na cidade de portas abertas. Mesmo com as instalações em situação precária e sem condições de receber peças históricas.
Esta foi sua luta até o fim de sua vida: inúmeras cartas e pedidos de providencias a diferentes Prefeitose jamais sendo atendido.
Com seu falecimento, em 2002, sua filha, Patricia Matarazzo, assumiu seu lugar nos cuidados com o Museu.
Com esperança e muita dedicação decidiu renovar o Museu, mesmo sabendo que o local em que o acervo se encontrava não era adequado. Com recursos da família apenas, trouxe nova vida ao Museu.
Decidiu fazer um comodato com a cidade. Passou a custear a manutenção do prédio também, pois, desde a inauguração até aquele momento, mesmo existindo um contrato entre Museu e Município, o Município nunca fez as adequações e reparos necessários no prédio, deixando de cumprir sua parte no acordo firmado em 68.
Em 2005, reinaugurou o acervo com o Evento Bons Tempos de Volta, que trouxe novamente a cidade ao foco da mídia Nacional.
Em 2006, sofre uma outra e trágica enchente, pior que a primeira. Mais de um metro e meio de agua e todo acervo submerso.
Nenhum centavo, novamente, foi oferecido, nenhuma ajuda, nada. O Museu foi reerguido com a ajuda dos funcionários e amigos da família, dentre eles apenas alguns bebedourenses. Porém, os danos causados foram irreversíveis, todo o acervo foi atingido e o restauro do mesmo ficará em milhões.
Patricia não desistiu. Continuou acreditando que ter um Museu na cidade era importante, sobretudo, para as crianças. Pois, um cidadão, para ter boa formação, precisa conhecer sua história e os Museus são uma das maneiras que existem de se conhecer o passado.
Nestes 48 anos de história o Museu foi visto de uma maneira ambígua pelo Município e sua população:
De um lado, nas horas em que era necessária parceria para custear ou revitalizar o acervo, o Museu é visto como uma coleção particular, cujos benefícios se refletem apenas aos seus proprietários. Assim sendo, não precisando de ajuda externa nenhuma. Esta ajuda não se refere somente a valores em dinheiro. Sim, a parcerias, descontos, trocas que, sistematicamente foram negados ao Museu pelo comercio da cidade.
Em relação a Prefeitura, em muitos projetos do Município o Museu nem foi levado em consideração. Quando, por exemplo, são feitos projetos turísticos, o Lago é citado com um dos atrativos principais e, em todos estes anos, altas somas foram investidas no mesmo e nada no prédio do Museu.
De outro lado, nos momentos de dificuldade, quando o Museu se manifestava narrando seu abandono e evidenciando a impossibilidade de mantê-lo na cidade, em condições tão desfavoráveis, cuja única solução seria de transferi-lo para outro local, passava a ser visto como algo público e de interesse comum, sem direito algum de fechar suas portas ou mudar de lugar.
Em outras palavras: o Museu, para os cidadãos bebedourenses, pertence a família Matarazzo enquanto ela paga as contas, se cuida sozinho e mantem as portas abertas para que a cidade possa dizer que tem uma atração turística. E passa ser visto como Propriedade do Município quando a família pede auxilio, cobra a Cidade sobre suas obrigações ou decide que não quer mais mantê-lo.
E mais, uma propriedade do Município, porem, cuja a obrigação de cuidar continua a ser da Família. Pois, em tempo algum, a cidade ou sua população pretendeu arcar, custear, cuidar e manter o Museu.
Esta ambiguidade impediu que se percebesse que a Família Matarazzo se dedicou com amor e afinco a cidade de Bebedouro e permitiu que fosse vista publicamente uma coleção que É PARTICULAR. Investindo altíssimas somas neste projeto que não lhe trouxe retorno financeiro nenhum, jamais.
Não bastando todos acontecimentos, acima citados, diversas tentativas de se apossar do acervo particular da família Matarazzo ocorreram ao longo destes anos. Sendo a última em novembro de 2016, quando o Museu foi notificado que havia um pedido do tombamento de seuacervo e que este havia sido feito por um dos Promotores de Justiça da Cidade de Bebedouro.
Por tudo que descrevi, eu, Patricia Marta Matarazzo, venho, em nome de meu pai, Eduardo André Matarazzo, minha mãe, Eneida B Matarazzo, e meu irmão, Fernando Matarazzo, dizer que encerramos as atividades de cabeça erguida, sabendo que fizemos tudo o que podíamos pelo Museu e pela cidade de Bebedouro e orgulhosos de nossa garra e resistência que nos fez sobreviver por 48 anos sem ajuda nenhuma externa.
Cumprimos nossa missão como cidadãos brasileiros que tentam, mesmo dentre tantas adversidades, levar cultura e conhecimento a população.
Investimos, nestes anos todos, nossos próprios recursos em nome de um bem comum e sabemos que nossa parte foi honesta e dignamente feita.
A partir do dia 20 de janeiro de 2017, caso a cidade tenha interesse em manter as portas do Museu abertas, basta que se organize para providenciar pessoal adequado para receber os visitantes, jardineiros para cuidar da parte externa e que faça a manutenção adequada do prédio ( recém reformado por mim) para que ele não se deteriore novamente. Caso contrario, devolveremos as peças que são de comodato e retiraremos as nossas, devolvendo o prédio para a cidade.

PATRICIA MARTA MATARAZZO

Campanha do Agasalho – 2016

campanha_agasalhoCaro frequentador dos encontros mensais do V8&Cia. Iniciamos a campanha do agasalho 2016, para atender os mais necessitados. Se voce tem um agasalho em bom estado, que não vá usar, pode doar para o clube, que encaminharemos para as instituições de caridades da região. A coleta será feita sempre na entrada nos encontros de carros antigos, no Paulinia Shopping, onde fazemos a coleta dos alimentos. Se voce é expositor, o alimento poderá ser substituido pelo agasalho.
O proximo encontro mensal será domingo dia 29/05/16
V8&Cia – Ary Nascimento – Diretor de Divulgação

Galaxie Ltd 1976 foi premiado em Vinhedo 2016

No XXI Encontro Paulista de Autos Antigos, este ano realizado em Vinhedo/SP de 21 a 24 de abril de 2016 o socio do V8&Cia , João Ernesto de Paoli foi premiado com seu belissimo Galaxie Ltd 76 . Parabens pela conquista e por divulgar o nome do clube nos encontros de autos antigos.

galaxie_joao_ernesto2

galaxie_joao_ernesto_premiação

V8&Cia – Ary Nascimento – Diretor de Divulgação

Veraneio 1974 foi premiada em Aguas de Lindoia 2016

No III Encontro Brasileiro de Autos Antigos em Aguas de Lindoia/SP de 21 a 24 de abril de 2016 o socio do V8&Cia Tomaz Ortale Castiglione, foi premiado com sua belissima Veraneio 1974 cor verde, placas GUD-9196. Parabens pela conquista e por divulgar o nome do clube nos encontros de autos antigos.

Veraneio_Tomaz_2016_premiação

Veraneio_Tomaz_GUD-9196

V8&Cia – Ary Nascimento – Diretor de Divulgação – Fotos: Hiago Rinaldi

Decalque do motor é obrigatório para transferência de veiculos

Por determinação do Contran (Conselho Nacional e Trânsito), o decalque dos caracteres do motor passará a ser obrigatório para proprietários que necessitarem fazer registro, transferência ou vistoria de seus veículos. Além do número do motor, segundo a resolução Contran 199/06, o proprietário deverá também providenciar o decalque do chassi. Motores que receberem nova numeração deverão ser regularizados na documentação do veículo. A medida começa a valer a partir do dia 21 de novembro.
A resolução do Contran foi regulamentada pela Portaria Detran 2000, de 7 de novembro. Segundo o delegado Ivaney Cayres de Souza, diretor do Detran (Departamento Estadual de Trânsito), as novas medidas foram editadas para proteger os proprietários de veículos, vítimas de furtos e roubos, que tiveram carros desmanchados e os motores, vendidos ilegalmente.
“Havia necessidade de padronização dos procedimentos administrativos entre as unidades de trânsito sobre esse tema”, disse Ivaney. “As novas medidas de verificação de autenticidade dos caracteres indicadores dos motores dos veículos cadastrados, ou a serem cadastrados, vão evitar as fraudes, identificando carros com esse tipo de irregularidade”, afirmou.
Se os caracteres do motor não estiverem visíveis para realização do decalque, o proprietário providenciará uma declaração, onde deverá constar o decalque e a numeração do motor. Esta declaração deverá ser obtida junto a estabelecimento autorizado pelo órgão de trânsito de registro do veículo.
Se não for possível a retirada do decalque, a numeração poderá ser coletada por meio de fotografia, anexada à declaração fornecida pelos estabelecimentos.
A autoridade de trânsito também poderá autorizar a gravação dos caracteres em outro local que facilite a visualização e posterior coleta do decalque. Feito isso, a autoridade registrará a autorização para a gravação no banco de dados e no CRV (Certificado de Registro de Veículo) e CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo).
MOTORES SEM NÚMERO

Para regularizar os veículos com motor sem número será exigido um requerimento do interessado com firma reconhecida por autenticidade. Além disso, também são exigências para a regularização, o CRV, CRLV, vistoria prévia do veículo e do motor, além de autorização da unidade de trânsito em que o veículo está registrado ou regularizado.
A última exigência é a NOTA FISCAL original da compra do motor, novo ou usado, com bloco novo, e com suas características, ou seja, marca e número de cilindros.
Esclarecemos que os proprietários que não possuírem a NOTA FISCAL podem apresentar declaração com firma reconhecida por autenticidade, informando as características do motor. Porém, alertamos que, ao fazer a declaração, o proprietário assume todas responsabilidades cíveis e criminais futuras. Entende-se que um proprietário não tenha a nota por alguns fatores, como antiguidade do motor ou extravio do documento.
Não será permitida a gravação dos caracteres em motores que a numeração original tenha sido removida mecanicamente, ou seja, por meio abrasivo. Essa advertência refere-se a motores furtados ou roubados, que tenham tido a numeração raspada ou lixada para serem gravados novos números, de forma ilícita. Esta é uma das maneiras de se produzir o carro dublê.
O veículo será encaminhado à Delegacia de Polícia Judiciária se a numeração estiver em desacordo com o padrão do fabricante e não atenda às exigências da resolução CONTRAN 199/06. Isso também ocorrerá em caso de numeração removida por qualquer tipo de processo, exceto nos casos decorrentes da ação do tempo, acidente ou de veículo formalmente devolvido pela autoridade competente e recuperado em decorrência de furto ou roubo. O mesmo ocorrerá se a numeração estiver vinculada a veículo subtraído.
A gravação dos caracteres identificadores, que deverá ser executada em bloco virgem, será realizada por estabelecimento autorizado pelo Detran-SP ou Ciretrans, órgãos de trânsito dos municípios do Estado.
ALERTA

O não cumprimento das normas estabelecidas pela resolução 199/06 acarretará na impossibilidade do atendimento e da prestação do serviço solicitado. Por isso, mais uma vez chamamos a atenção dos proprietários para a data de início das novas exigências do Contran, ou seja, 21 de novembro.
Fonte: Assessoria de comunicação do Detran-SP – Esta noticia é do ano de 2006